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Maxis é flagrada na mentira. Por ela mesma.

Mais um capítulo na novela chamada SimCity.

Pobre Sr. Sincero... não dá uma dentro...

Pobre Sr. Sincero… não dá uma dentro…

A experiência sofrida que os jogadores tiveram tentando jogar um jogo “pseudo-online” ainda não foi perdoada. Mesmo com a EA distribuindo jogos de graça para quem comprou SimCity, o pessoal ainda não engoliu esse sapo.

Logicamente, não faltam desculpas por parte da EA, e também da Maxis. Numa entrevista recente para o site Polygon, Lucy Bradshaw, da Maxis explicou:

“Da forma como o jogo trabalha, nós descarregamos uma quantidade significativa de cálculos em nossos servidores para que o processamento fique fora do PC local e seja movido para a nuvem. Não seria possível fazer o jogo trabalhar offline sem um grande trabalho de engenharia de nossa equipe.”

Resumindo, ela diz que os cálculos do game acontecem nos servidores, e que seria necessário um trabalho muito grande para que isso acontecesse no PC do jogador, por isso o jogo precisa dos servidores. Todo mundo vinha engolindo essa, acreditando que a Glassbox Engine é dependente da nuvem. Isso até uma fonte da própria Maxis desmentir tudo. O cara falou ao site Rock, Paper, Shotgun e desmentiu essa história:

“Os servidores não executam nenhum tipo de cálculo usado para simular a cidade em que você está jogando. Eles ainda funcionam como servidores, fazendo alguns processamentos para direcionar as mensagens de vários tipos entre jogadores e cidades. Além disso, eles estão armazenando os saves, fazendo a interface com o Origin e tudo mais. Mas para o jogo propriamente dito? Não, eles não fazem nada. Eu não faço ideia do por que estão alegando o contrário. É possível que Bradshaw não tenha entendido ou estivesse mal informada, fora isso eu não imagino o que seja.”

E agora, qual será a resposta da Maxis ou da EA?

Talvez um pouco de transparência e sinceridade não faça mal a ninguém, não é mesmo?

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The Aurora World – Closed beta começa hoje

Hoje começa o closed beta (CBT) do MMORPG The Aurora World.

A história do jogo se passa em um mundo reconstruído após uma catástrofe um pouco diferente do normal: uma guerra entre os deuses. Essa guerra desencadeou uma catástrofe que exterminou toda a existência no mundo. Muito tempo depois, a vida ressurgiu, e o mundo se reconstruiu das ruínas da batalha épica. Nesse novo mundo, nasceram três nações, divididas por suas próprias crenças e lutando por seus próprios motivos: Helios, a Nação do Sol; Eos, a Nação da Estrela; e Selene, a Nação da Lua. Além de lutar contra o mal que ronda seus territórios, as nações também se enfrentam entre si.

Classes

O jogador pode optar entre quatro classes:

  • Warrior: Basicamente o Tank. Ele atrai a atenção dos inimigos, tem um ataque poderoso e a melhor defesa de todas as classes. Ele pode usar Espadas ou Garras como armas, e pode se tornar posteriormente Warlord ou Gladiator;
  • Alchemist: é o Healer. Possui poderes de cura e buffs, além de poder ressuscitar os aliados. Suas armas são o Ruyi (?) e Staff. Pode se tornar  Bishop ou Apothecary;
  • Mage: O mago é o cara do DPS. Como sempre, tem baixa defesa física e baixo HP, mas possui o dano mágico mais poderoso entre as classes, além de suas skills de AoE (Area of Effect), o que costuma ser muito útil para jogadores solo. Suas armas são Fans (leques) e Staffs, e pode se tornar posteriormente Archemage ou Sorcerer;
  • Witch: Aparentemente são summoners. Podem invocar criaturas para ajudar na batalha, além de poder aplicar vários debuffs ou causar stun nos inimigos para ajudar os aliados. Sua arma é o Staff e ele pode se tornar um Warlock ou Shaman.

Curiosamente, são três classes mágicas e uma classe de luta corporal, o que foge do padrão de ter normalmente ao menos uma classe de ataques rápidos, como um rogue ou thief, além dos rangers.

Majinns

O jogo também tem os interessantes Majinns, que são como os pets, porém um pouco mais úteis. Os Majinns ajudam seus donos nas batalhas, e evoluem junto com o jogador. Quando atingem o nível 20, os Majinns ganham a função de mount, ou seja, podem ser usados como montaria quando fora de batalha. Eles também são divididos em alguns tipos:

  • Metal: especializados em atacar um único alvo;
  • Wood (madeira): especializados em cura;
  • Water (água): especializados em reduzir a velocidade do alvo;
  • Fire (fogo): especializados em atacar múltiplos alvos;
  • Earth (terra): especializados em defesa.

PVP

Como não poderia faltar, tem o PVP também. Como existem três nações em pé de guerra, o conflito entre jogadores de nações diferentes será constante. Existem três tipos de PVP no Game:

Áreas contestadas, que são os territórios de outras nações, onde os jogadores dessas nações estarão fazendo suas quests. Seria quase como os rifts de alguns jogos. Ao atingir o nível 30, o jogador tem acesso às áreas das outras nações, e é nessas invasões que esse tipo de PVP ocorre.

Tem também a Guerra das Nações, que é basicamente um PVP coletivo, onde o objetivo é que os times capturem estátuas. Quanto mais estátuas, mais pontos, e quem tem mais pontos, vence.

Por fim, a arena de PVP, que nada mais é do que desafiar um outro player para lutar. Isso se aplicará a jogadores da mesma nação, já que os das outras nações devem ser tratados como os monstros.

Crafting e Clãs

O game também traz um sistema de crafting, chamado de Life Skill, onde o jogador pode criar armas, armaduras, poções ou acessórios, além da habilidade de coleta.

O sistema de clãs também existe, e segue o padrão. Fazendo parte de um clã, além da parte social, o jogador também recebe os buffs que o clã tiver, dependendo do nível do clã e da boa vontade do líder. Os clãs também ganham dinheiro, provavelmente de acordo com as quests que os jogadores fazem e também com suas doações. Esse dinheiro é usado para comprar itens exclusivos. Quests específicas para o clã também existem, o que é muito útil para aumentar o nível do clã mais rapidamente.

Como participar do Closed Beta

Bem, não existe muito o que se falar sobre o game ainda, já que o CBT ainda não começou. Assim que eu tiver a oportunidade de testar o game apropriadamente farei um review.

Nesse exato momento faltam quase 10 horas para o início do CBT. Por enquanto não tenho como fornecer chaves para o beta aqui no site, então vou indicar para vocês alguns lugares para conseguir essas chaves:

Elas estão disponíveis nos sites MMORPG e MMOBomb.com. Nos outros que conferi, já estavam esgotadas. Para conseguir a sua chave beta, cadastre-se em algum dos sites indicados para ter acesso a sua chave, depois crie sua conta no The Aurora World, e em seguida clique em Redeem Key na página inicial do site oficial. Aí basta inserir a parte numérica da sua chave e você estará habilitado para jogar. Não esqueça de baixar o jogo, não é muito grande.

Aproveitem então o CBT para conhecer o jogo, experimentar as classes e tirar suas conclusões. Ao final do período de CBT, o normal é que se dê um wipe no servidor, ou seja, eles zeram o jogo, para um novo CBT ou, o que é mais comum, o período de Open Beta (OBT), então não se prendam à detalhes.

Qualquer dúvida, postem nos comentários que eu ajudo como puder!

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The Elder Scrolls Online: Inscrições abertas para o closed beta

A franquia The Elder Scrolls vai finalmente chegar ao mundo online.

No fim de março começarão a ser enviados os convites para o closed beta de The Elder Scrolls Online, e as inscrições já começaram. Porém, o processo de inscrição é um pouco diferente do que se está acostumado. Está mais parecido com uma entrevista de emprego, já que eles querem saber, por exemplo, quais games você já jogou anteriormente, quais games você participou da fase beta, perguntam por que você acha que deve ser escolhido, e ainda pedem uma cópia do seu DxDiag. Não é demorado, mas é bem diferente do normal, que apenas pede a criação de uma conta.

Sobre o game propriamente dito, não se tem muitos detalhes, e nenhum vídeo de gameplay até o momento, apenas um trailers com animações, como o do início do post, e as imagens abaixo.

Inscreva-se para o beta aqui, e boa sorte! 🙂

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EA quer arrancar mais dinheiro de você, e ainda diz que você gosta

Conhecem o termo “Pay to Win“, também conhecido como P2W? É muito usado na comunidade de jogadores online para se referir a jogos onde quem gasta dinheiro real dentro do jogo tem mais vantagens. Isso é muito frequente, especialmente em jogos F2P (Free to play). O jogador pode jogar de graça, mas a cash shop está lá, vendendo itens que aumentam a experiência do jogador, permitem um teletransporte, aumentam as chances de um upgrade de equipamento ser bem sucedido, e até alguns itens que aumentam os atributos do jogador. É difícil para um jogo fazer com que a loja não cause um grande desequilíbrio entre os jogadores que fazem tudo com esforço e os que gastam US$300.00 por mês em itens.

Bem, a EA está cagando para o seu senso de esforço. Claramente visando apenas lucros, o chefe do setor financeiro da EA, Blake Jorgensen, diz que o mercado de games está “quebrado em dois pedaços”, e que o maior deles é o de microtransações. Para quem não sabe, microtransações são aquelas compras feitas dentro dos games, muito comum em jogos para smartphones e tablets, como aqueles jogos que oferecem a compra de moedas para adquirir itens no jogo, ou até itens sem os quais o jogador não consegue prosseguir no game, ou tenha que esperar muito tempo para poder prosseguir.

Blake ainda vai além:

“(…) Estamos colocando em todos os nossos jogos a possibilidade de pagar por coisas pelo caminho, seja para conseguir um nível mais alto, comprar um novo personagem, comprar um caminhão, uma arma, o que quer que seja. E os consumidores estão gostando e adotando esse modelo de negócio.”

Alguns games da empresa já permitem algumas microtransações, como Mass Effect 3, que permite que o jogador compre com dinheiro real um pacote de armas com alguma chance de dropar a arma que ele realmente quer. O que vem é aleatório.

A EA só esqueceu um detalhe: esse modelo de negócios rende muito em jogos gratuitos. Também rende até em alguns jogos mobile, que custam pouco. Mas, pagar R$200,00 por um jogo e ainda desembolsar algum para conseguir itens dentro do jogo? DLC’s não são o suficiente?

Até agora a maioria das pessoas se mostrou contra esses comentários de Blake Jorgensen, criticando além das microtransações, os DLC’s que são lançados no mesmo dia que o game (ou seja, conteúdo que já poderia fazer parte do jogo), e também DLC’s que já estão no próprio disco, e o jogador apenas paga por um unlocker que habilita esses conteúdos, como a Capcom fez com o Street Fighter x Tekken, por exemplo. Baseado nisso, eu poderia dizer que esse modelo de negócios que a EA quer implementar, espremer os jogadores para tirar deles até o último centavo, será um grande fracasso. Porém, assim que sair o próximo game top da EA, os jogadores pagarão por qualquer vantagem que for oferecida dentro do jogo.

Só espero que esse modelo de negócio não prospere a ponto de se espalhar para todos os games, caso contrário a diversão do modo online será proporcional à quanto dinheiro você gasta.

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