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Grimlands abre projeto no Kickstarter (+ Entrevista para o TechnoDOMINATOR)

Grimlands-logo

Há alguns meses a gamigo, publisher de Fiesta Online, anunciou que estava cancelando o jogo Grimlands, desenvolvido pela DRAGO Entertainment. Felizmente o jogo ainda tem esperanças, e agora está com um projeto no Kickstarter para que possa ser finalizado e lançado.

Uma atitude da gamigo que eu achei muito digna é que mesmo cancelando o lançamento do jogo, eles mantiveram (até o momento) a página do jogo no ar e divulgaram nela o projeto da DRAGO Entertainment no Kickstarter, desejando sorte à desenvolvedora.

A DRAGO Entertainment espera conseguir no Kickstarter a quantia de US$650,000, que será destinada a finalizar o jogo, contratar novos artistas, animadores, programadores e bancar a infraestrutura necessária. Em troca, eles prometem que os jogadores terão uma ótima experiência com o jogo.

Fiz uma breve entrevista com a DRAGO Entertainment, e minhas perguntas foram gentilmente respondidas por Lucjan Mikociak, Chefe de estúdio e Game Designer Sênior da empresa. Confira a entrevista no fim do post. Primeiro, conheça um pouco sobre Grimlands e saiba por que é um projeto que vale a pena ser realizado. Leia o resto deste post »

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Entrega do OUYA começa no dia 28/03 para quem ajudou no Kickstarter

Os que colaboraram no Kickstarter com o OUYA  já tem uma data para aguardar: o console começa a ser entregue no dia 28 de março.
Na página do projeto no Kickstarter, a empresa diz:

“Partes estão na fábrica e as linhas de montagem estão a todo vapor.”

Quem receber o OUYA vai ter uma grande quantidade de jogos para experimentar o brinquedo. E a lista deve crescer bastante ainda com importantes nomes interessados em desenvolver para o console. Kim Swift, criador de Portal, é um deles. Ele diz estar desenvolvendo um novo título exclusivo para o OUYA. As empresas Minority Media (criadora de Papo & Yo), a Tripwire Interactive (criadora de Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad) e a nWay estão trabalhando em títulos para o console, a última trabalhando no game Chrono Blade, que curiosamente é citado como um jogo de navegador, então não deve ser algo exclusivo para o OUYA.

Além disso, Kellee Santiago, que ajudou na criação da thatgamecompany (criadora de Flow, Flower e Journey), juntou-se à equipe do OUYA, assumindo um alto cargo.

Agora é esperar para ver o que o OUYA vai representar no mercado de games, e se os micro-consoles são realmente os matadores de gigantes que muitos estão dizendo por aí.

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There Came an Echo, o game totalmente comandado por voz

Na geração atual de games, vimos que as empresas quiseram tornar os games mais interativos. Somente apertar botões não era mais suficiente. O jogador precisava se movimentar, interagir fisicamente com o jogo, fazer gestos. Essa tentativa pegou bem para os jogos mais casuais, mas não foi muito longe com games mais complexos. Mas aina existem outras opções de interatividade a serem exploradas, e uma delas é a interação por meio da voz.

Bem, é exatamente isso que a Iridium Studios pretende fazer no game There Came an Echo. Trata-se de um RTS que pode ser comandado totalmente por comandos de voz. O jogo coloca o gamer como o comandante de uma unidade num campo de batalha onde existe um objetivo a ser atingido. O jogador utiliza comandos de voz para dar instruções às suas unidades, em conjunto ou de forma individual. Existe uma lista de comandos pré definidos, porém os comandos são totalmente customizáveis, o que quer dize que ao invés de usar o comando “abrir fogo!”, ele pode alterar esse comando para “manda bala!” ou algum outro comando.
Outra coisa interessante é que o game suporta o Kinect, e quem usá-lo tem um pequeno bônus: o jogador pode levar a mão ao ouvido na hora de dar um comando, como se tivesse um ponto eletrônico no ouvido. O jogo reconhece o gesto e ajusta o áudio do jogo para ajudar no reconhecimento de voz.

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O game trabalhará com um dicionário limitado a poucas centenas de palavras, o que ajuda a melhorar o reconhecimento de voz, já que o game não precisa diferenciar muitas palavras.

O game também vai interagir com o jogador. As unidades podem reportar uma situação, como por exemplo, sua unidade informa que tem um inimigo na mira e pergunta se pode atirar, ou informa que existe uma unidade amiga sob ataque e pergunta se deve dar suporte à mesma, cabendo ao jogador confirmar ou negar a ordem. Para os que não se sentirem confortáveis com os comandos por voz, o game também aceitará comandos por um gamepad, ou teclado e mouse. O ponto negativo até agora, é que não haverá modo multiplayer, já que isso aumentaria muito o período de desenvolvimento.

Mas não se trata apenas de batalhas contra o computador. Existe uma história de background, que se passa num futuro não muito distante, com tecnologias como armas de energia e campos de força . As unidades controladas pelo jogador também terão alguma ligação entre si. O personagem principal será Corrin, interpretado por Wil Wheaton, que pretende descobrir quem está atrás dele ao mesmo tempo que protege sua grande criação.

O projeto já está no Kickstarter e tem a meta de US$90,000, que devem ser usados para contratar um modelador 3D e um diretor de arte por aproximadamente 14 meses. A previsão é de que o game seja lançado na metade de 2014 no Steam, sem precisar passar pelo Greenlight, o que já foi confirmado pela equipe. Até o momento foram arrecadados pouco mais de US$21,000.

Com a nova geração de consoles vindo aí,podemos esperar mais games com esse tipo de interatividade.

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