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Ragnarok Online: Valkyrie Uprising disponível para Android

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A WarpPortal anunciou Ragnarok Online: Valkyrie Uprising para Android. Uma versão para iOS também foi prometida.

O jogo traz o retorno da valquíria Randgris, que havia sido selada 40 anos atrás. Porém, uma mulher misteriosa quebrou o selo e desapareceu. Agora, Randgris está de volta para trazer o caos à Mid-gart.

Os jogadores poderão escolher entre três classes: Swordman, Mage e Acolyte, com o bom e velho visual de Ragnarok Online e a clássica jogabilidade.

Funções sociais também estarão disponíveis, como negociações, PvP com rankings e formar grupos para Raids.

Aparentemente o game já está disponível na Google Play desde ontem, mas houve um problema e o jogo não está disponível para usuários de fora dos Estados Unidos. Então, num pequeno esforço para os fãs de Ragnarok, e sabendo como é chato ficar de fora da festa, consegui dois links para o download do game, que estão logo no fim do post.

A WarpPortal também está dando alguns presentes para quem já joga Ragnarok Online (a versão deles, e não a da LUG). Basta entrar no site oficial do jogo, informar a sua conta e em alguns dias alguns presentes aparecerão no seu inventário.

Então, se você tem um smartphone legal com pelo menos o Android 2.2, crie sua conta no site da WarpPortal, baixe o game e divirta-se!

Links para download:

Ragnarok Online: Valkyrie Uprising – Google Play
Ragnarok Online: Valkyrie Uprising – AppBrain

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Project SHIELD aparece novamente: agora com Riptide GP2

A Nvidia continua mostrando seu portátil Project SHIELD. Desta vez, ao invés de fazer o streaming do Steam direto do PC, eles mostraram o console rodando o jogo para Android, Riptide GP 2.

Basicamente o vídeo mostra a potência gráfica do console, com os efeitos interessantes das partículas de água, efeitos de luz, e a água que vem na tela depois dos pulos.

A única coisa que não me atraiu até agora é que o Project SHIELD não parece muito confortável para levar no bolso. Fora isso, está bem interessante!

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Green Throttle transforma qualquer Android em um console

Ultimamente temos visto que o Android está deixando de ser só um sistema para smartphones e tablets, e vem chegando a outros tipos de equipamentos, como a Galaxy Camera da Samsung. Outra área em que o sistema vem aparecendo é a área de games, mais especificamente em dispositivos voltados para jogos. Já vimos o OUYA, que é baseado totalmente no Android, e vimos o Project Shield, da Nvidia, que vai permitir que os jogadores inclusive façam streaming de seus jogos do Steam do PC direto para o console portátil.

Agora, outra proposta surgiu. Dessa vez, ao invés de um dispositivo dedicado, a ideia é transformar o seu dispositivo Android em um console. Conheça o Green Throttle.

O que é?

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Trata-se de uma combinação de app e um controle. O app Green Throttle Arena, já disponível na loja Google Play, é um launcher para os games, trazendo uma experiência similar a proporcionada pelos consoles comuns. Esse launcher traz algumas seções como Jogos Recentes e Jogos Recomendados, além de um simples menu de navegação, listando os seus jogos, preferências e acesso a tela inicial.

Depois de instalar o app, o jogador vai parear o seu dispositivo com o controle Atlas (que custa US$39,95), próprio para usar com o app. O controle, que lembra muito o do Xbox 360, tem acesso total à todas as funcionalidades do app, permitindo que o jogador o utilize sem a necessidade de tocar na tela do dispositivo uma única vez. O app pode inclusive detectar quando mais de um controle está ligado e permitir ao jogador selecionar o modo para 1 ou 2 jogadores.

A combinação transforma o seu dispositivo Android em um console perfeitamente funcional.

As Limitações

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Obviamente, por tornar (teoricamente) qualquer dispositivo Android um console, limitações serão vistas.

Primeiramente, o desempenho. O mesmo jogo pode ter um desempenho diferente em dispositivos diferentes, o que pode prejudicar a experiência para alguns.

Depois, existe o problema da vida útil do dispositivo. Quem já ficou ao menos uns 40 minutos jogando no smartphone sabe que o aparelho começa a esquentar e incomodar, isso quando não começa a perder desempenho. Isso porque esses dispositivos, embora rodem perfeitamente os aplicativos, não são feitos para tarefas pesadas por longos períodos.
O público alvo dos smartphones e tablets, em sua maioria, joga em momentos de espera, como uma espera num consultório, ou numa fila de banco.
Os jogadores de consoles tendem a levar o negócio mais a sério, ficando horas jogando. Imagine um tablet conectado ao carregador de bateria, que já faz com que ele aqueça, e ainda ligado à TV, com o cidadão jogando por duas horas ininterruptas. Agora imagine isso todos os dias. A vida útil do dispositivo vai reduzir, já que ele não tem um sistema de resfriamento adequado.

Outra limitação, ainda que temporária, é a falta de jogos. O Green Throttle não é compatível com qualquer jogo. Além disso, para que um jogo seja compatível, ele não deve apenas aceitar que o jogador jogue com o Atlas. Ele deve ser TOTALMENTE funcional pelo Atlas, permitindo que o jogador acesse todas as opções do jogo sem a necessidade de interagir diretamente com o tablet ou smartphone. Por isso, ainda não existem muitos jogos disponíveis, mas a equipe do Green Throttle já está cuidando disso.

Conclusão

No fim, é uma proposta interessante para uma segunda opção para jogos, porém somente com uma certa popularização é que saberemos quais serão as consequências do uso desse equipamento, o quanto os aparelhos vão aguentar, e como ele vai conviver com os dispositivos como o OUYA  e o Project Shield, já que teoricamente seria possível instalar o Green Throttle Arena no OUYA.

O preço baixo desses dispositivos, como o Green Throttle, e o OUYA custando US$100,00, com certeza vai atrair muitos jogadores, e não será um impedimento para que mesmo os que gostam dos bons e velhos consoles tradicionais possam desfrutar dessas novidades. Porém eu não vejo esse tipo de dispositivo substituindo os consoles como conhecemos, afinal todos eles podem evoluir, e é uma indústria que ainda movimenta muito dinheiro.

Fonte: Engadget

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Entrega do OUYA começa no dia 28/03 para quem ajudou no Kickstarter

Os que colaboraram no Kickstarter com o OUYA  já tem uma data para aguardar: o console começa a ser entregue no dia 28 de março.
Na página do projeto no Kickstarter, a empresa diz:

“Partes estão na fábrica e as linhas de montagem estão a todo vapor.”

Quem receber o OUYA vai ter uma grande quantidade de jogos para experimentar o brinquedo. E a lista deve crescer bastante ainda com importantes nomes interessados em desenvolver para o console. Kim Swift, criador de Portal, é um deles. Ele diz estar desenvolvendo um novo título exclusivo para o OUYA. As empresas Minority Media (criadora de Papo & Yo), a Tripwire Interactive (criadora de Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad) e a nWay estão trabalhando em títulos para o console, a última trabalhando no game Chrono Blade, que curiosamente é citado como um jogo de navegador, então não deve ser algo exclusivo para o OUYA.

Além disso, Kellee Santiago, que ajudou na criação da thatgamecompany (criadora de Flow, Flower e Journey), juntou-se à equipe do OUYA, assumindo um alto cargo.

Agora é esperar para ver o que o OUYA vai representar no mercado de games, e se os micro-consoles são realmente os matadores de gigantes que muitos estão dizendo por aí.

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Pré-venda do Ouya começou e você pode comprar

Enquanto estamos às vésperas do anúncio do novo console da Sony (ou esperamos que seja isso), um outro console, sem muito barulho, deu mais um passo rumo à sua entrada definitiva no mercado.

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O Ouya, console baseado em Android nascido do projeto lançado no Kickstarter, entrou em pré-venda, e já pode ser adquirido por US$99,99. O controle extra custa US$49,99. É possível adquirir pelo próprio site do Ouya ou através dos sites da amazon.com, Target, Best Buy e GameStop. Pelo site do Ouya a entrega para o Brasil está disponível, e o frete sai por US$25,00.

As entregas iniciarão em junho, mês de lançamento oficial do console. Porém, os que contribuiram com o projeto no Kickstarter terão acesso antecipado ao console, no mês de março.

Fontes: Jogos, Gadgets e Afins, Ouya

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Um novo Ouya por ano

O Ouya pretende seguir uma tendência nada convencional para o mercado de games. Eles pretendem atualizar o hardware do console anualmente, segundo a CEO da companhia, Julie Uhrman.

Eles pretendem seguir a estratégia do mercado mobile, e lançar novas versões do Ouya anualmente, aproveitando que processadores melhores vão surgindo e os preços caindo. O primeiro Ouya será lançado com um Tegra 3, mas com o Tegra 4 já no mercado, possivelmente o “Ouya 2” deve trazer esse novo chip. Mas ela diz que isso não deve assustar os jogadores, já que todos os jogos terão compatibilidade com os modelos antigos. O Ouya inicialmente terá um processador Tegra 3 de 1.6GHz. Como o Ouya terá como fonte de alimentação a energia elétrica da tomada ao invés de depender de uma bateria, o processador Tegra 3 pôde ter seu desempenho maximizado, tornando-o o melhor dispositivo com Tegra 3 do mercado. Além disso, a equipe do Ouya trabalha diretamente com uma equipe da Nvidia dedicada a extrair o melhor desempenho possível do chip.

Bom, depois de todas essas informações, o que deve estar martelando na sua cabeça agora é: “Um novo modelo por ano? WTF?”. Pois é, também me assustou no começo. Porém, pode não ser tão assustador se você parar para pensar. O Ouya é um console, porém não é um dispositivo prioritário. Seu hardware pode ser utilizado de forma diferente, por se tratar de um projeto aberto. Isso torna perfeitamente possível reutilizar um modelo anterior do Ouya de forma diferente, como por exemplo um HTPC. Além disso, o Ouya tem seu preço fixado em US$100,00, ou seja, mais barato que trocar seu smartphone ou tablet anualmente. A quantidade de jogos gratuitos disponíveis para Android também é atraente, e o fato de os jogos serem compatíveis com todos os modelos não obriga o jogador a atualizar seu hardware todo ano.

Obviamente, também existem pontos negativos nesse “modelo mobile” do Ouya. Considerando que uma geração de consoles tradicionais dura em torno de 8 a 10 anos, ao final desse período o jogador teria gasto de 800 a 1000 dólares em hardware, praticamente o dobro de um console da atual geração. Além disso, é necessário considerar que jogos novos terão à disposição um hardware mais potente, o que pode prejudicar o desempenho em consoles mais antigos. Novas versões do Android também vão surgir, e é necessário ter certeza de que isso não cause um incompatibilidade entre jogos novos e consoles antigos, e outro ponto é o que será implementado em consoles mais atuais. Talvez o jogador não seja impedido de rodar os jogos mais novos no seu console mais antigo, mas com certeza modelos mais novos do Ouya vão trazer inovações, algo necessário para mantê-lo vivo no mercado, e talvez essas inovações sejam suficientemente importantes para jogos mais recentes para fazer com que jogadores antigos sintam a necessidade de trocar seus consoles para poder aproveitar os jogos como eles foram feitos para serem aproveitados.

Essas respostas nós só teremos com o tempo, além de depender da aceitação do console no mercado. Aos interessados, o Ouya estará disponível em março apenas para aqueles que suportam o projeto no Kickstarter, e para os demais em Junho.

Confiram um review de quem já tem o Ouya em mãos feito pelos caras do Resta uma ficha. Não dá para mostrar todo o potencial do Ouya pelo vídeo, mas dá para ter uma ideia do que é o projeto:

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