Review: The Aurora World (Closed Beta)

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Eu já havia anunciado aqui o closed beta de The Aurora World. Bem, eu entrei no beta, eu joguei o jogo, experimentei as três nações, com três das quatro classes (não testei o healer porque eu não sou um fracasso como healer), e vou dizer aqui o que eu gostei e o que eu não gostei no game. Vai ser um review simples, sem análise detalhada, cheia de frescura, porque afinal o que vocês precisam saber é se o jogo presta ou não.

Eu testei o jogo na seguinte máquina: Notebook HP Pavillion DV7 2177cl, processador Intel Core 2 Duo 2.2GHz, 4GB RAM, HD 500GB, Placa de vídeo AMD Mobility Radeon HD 4650 1GB, ligado num monitor LG W2353V na resolução 1920×1080 (Full HD) e rodando Windows 8 Pro. Essa é a minha máquina, então meus reviews serão feitos nela. Por enquanto. Então vamos lá!

Informações do jogo

Desenvolvedora: Aurora Interactive
Publicado por: GBE Games
Tipo: MMORPG
Site Oficial: The Aurora World

Aspectos gerais

O jogo é visualmente bonito. Tem uma interface organizada, fácil de navegar, com as opções bem acessíveis tanto pelo teclado quanto pelos atalhos disponíveis na tela.

Os gráficos não são top, estão até um pouco longe disso. Mesmo não sendo uma obra prima em termos de gráficos, eles não são ruins. São simples, fazendo com que o jogo seja leve para rodar mesmo em máquinas mais modestas (como a minha). As opções gráficas também podem ser ajustadas para obter um melhor desempenho.

O som do jogo deixa um pouco a desejar, não por ser irritante, mas por ficar meio apagado. Você não presta muita atenção nele, não tem nada de excepcional ou atraente. Poderia ser um pouco mais detalhado, principalmente nas skills.

A jogabilidade segue o padrão. Você pode clicar onde deseja ir, ou usar o bom e velho W, S, A e D para mover o personagem. Com o botão direito do mouse você move a câmera. Se usar o botão esquerdo para mover a câmera enquanto move o personagem pelo teclado, ele vai mudar de direção junto com a câmera. Se quiser apenas mover a câmera enquanto anda, use o botão direito do mouse. Para usar as skills, os atalhos numéricos e pelos F1~F10 estão disponíveis.

Por estar em closed beta, tem bastante gente jogando, então não é difícil conseguir um clã ou party para alguma quest ou evento. Ainda não tive a oportunidade de testar dungeons.

Coisas interessantes

O game, apesar de parecer bem comum, tem algumas particularidades muito interessantes. Aqueles detalhes que destacam um game do restante. Um desses detalhes é o sistema de Majinns, que se parece com o sistema de pets, mas os majinns também podem ser usados como montarias (depois que ele atinge o nível 20), além de você definir um grupo de skills para ele.

Outra coisa interessante é um sistema que não foi muito bem explicado, que é a respeito de manter um selo. Não fica claro onde isso se encaixa na história do game, mas funciona da seguinte forma: você forma uma party com no mínimo três pessoas. Depois de ativar uma opção determinada, todos os integrantes da party entram no círculo que vai surgir no chão, e usam a skill de regeneração. Enquanto estiverem dentro do círculo, ficarão ganhando XP. Existe uma quantidade diária de XP para ganhar. Ainda não descobri se varia de acordo com o nível, já que me ensinaram esse ‘truque” ontem, mas estando minha Witch no nível 23, o total de XP diário que se ganha nessa forma aparece sendo um pouco mais da metade necessária para atingir o próximo nível, então é interessante ganhar uma quantidade dessas de XP sem fazer nada. Mas a barra não enche muito rápido, então é uma ótima opção para quando os membros da party vão ficar AFK.

Mais uma coisa legal é o transporte público, digamos assim. Existem alguns veículos que ficam circulando pela cidade e que os jogadores podem clicar nele e entrar. O veículo dá uma volta rápida pela cidade, depois ele sai e vai passando em cada vilarejo da redondeza. Tudo que o jogador precisa fazer é clicar na opção de descer quando chegar onde deseja. E enquanto se anda nele, ganha-se 4 pontos de XP a cada 5 segundos ou algo assim.

As quests do game também variam. Tudo bem, a gente sabe que não dá para fugir muito do “vai lá e mata X monstros do tipo Y e volta aqui”, mas o jogo dá uma melhorada nisso. Ás vezes você só precisa ir até um determinado monstro e usar um item nele para fazê-lo desmaiar e pegar um item dele, outras vezes você só precisa escoltar um NPC até outro ponto do mapa, e tem uns cristais bem legais, que quando você ativa, monstros começam a aparecer, e conforme você vai matando, alguns bônus vão surgindo no chão, que podem ser caixas que o transformam em uma criatura aleatória, como um tigre branco com umas skills legais, ou mesmo bombas que você pode jogar nos monstros. Depois das ondas de monstros, uma espécie de monstro de elite aparece. Depois da briga toda, aparece uma janela com a opção Roll, que vai te dar um número aleatório. Quanto mais alto o número, melhor o prêmio. E enquanto você ficar no círculo, fica ganhando XP.

O que não é muito bom

Tirando a parte do som, que não é ruim mas poderia ser melhor, não existem muitos pontos ruins no jogo. Mesmo estando em fase de testes, poucos bugs foram encontrados, e nenhum que prejudique a experiência com o jogo. Acho que os monstros talvez pudessem dropar equipamentos com maior frequência, e talvez um pouco mais de dificuldade por parte dos monstros. Talvez por ser ainda para testar não seja interessante deixar os jogadores morrerem facilmente, mas o game claramente pega leve. Já me peguei várias vezes com a certeza de que morreria, mas milagrosamente não morri.

SCREENSHOTS!

Concluindo…

Eu diria que o jogo é bem divertido. Algumas pessoas provavelmente não vão gostar por preferirem games com gráficos mais elaborados, efeitos mais bonitos e tudo mais, mas eu recomendo que se jogue o game ao menos até o nível 20, para poder conhecer as principais características do jogo, e perceber que um game pode ser bem divertido mesmo sem ter gráficos excepcionais.

Esse provavelmente vai ser um game que eu vou jogar por algum tempo. Quem quiser falar comigo no game, pode procurar por Balmung, meu warrior na nação Selene; Scorpio, meu mago na nação Helios; ou Minerva, minha witch na nação Eos.

Bem, pessoal, é isso. Sei que foi um review muito simples, mas eu acredito que reviews não precisam ser extremamente longos, com análises extremamente técnicas nem nada, afinal somos gamers, gostamos de jogar, e o importante (dentro do aceitável, é claro) é a diversão que um jogo pode nos proporcionar.

Se alguém tiver alguma ideia para melhorar os reviews, alguma sugestão, ou quiser apenas deixar sua opinião sobre o jogo, usem os comentários! O feedback de vocês leitores é extremamente importante para fazer o blog cada vez melhor!

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